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O Ministério Público de São Paulo (MPSP) decidiu arquivar a denúncia de pedofilia contra Geovane Corrêa, presidente licenciado da Câmara de Mauá. A decisão foi tomada pelo promotor André Aguiar de Carvalho devido à falta de provas sobre o envolvimento de Geovane no caso. A denúncia foi feita pelo vereador Sargento Simões, mas a promotoria não encontrou elementos para prosseguir com a investigação.
Geovane sempre negou as acusações e afirmou que as denúncias eram infundadas e inverídicas, destacando a falta de provas, vítimas e família envolvidas. Ele também mencionou que o caso foi explorado com interesse eleitoral e político, sugerindo que a suposta prova usada pelo denunciante veio de um crime de extorsão do qual ele foi vítima em 2021.
Quanto ao retorno às suas funções parlamentares, Geovane afirmou que voltará à Câmara no início do próximo mês e que não vê motivo para não cumprir seu mandato. Ele também mencionou que estará fora das urnas nas eleições de outubro, indicando seu sobrinho como pré-candidato.
Por sua vez, Sargento Simões expressou descontentamento com a rapidez na apuração policial e anunciou que recorrerá ao Ministério Público para ter acesso à investigação.
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