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Paciente denuncia negligência no atendimento da NotreDame Intermédica/Hapvida e relata sofrimento prolongado
Uma paciente do convênio NotreDame Intermédica/Hapvida fez um desabafo indignado sobre a qualidade do atendimento prestado pela operadora de saúde. Desde o dia 14 de janeiro de 2025, ela enfrenta um grave problema de saúde devido à presença de duas pedras paradas no canal da urina, mas até agora não conseguiu a solução prometida.
Segundo o relato, a paciente chegou a ser internada por três dias no pronto-socorro e, posteriormente, transferida para realizar a cirurgia necessária. No entanto, ao chegar ao hospital, o médico optou por dar alta, afirmando que o procedimento seria realizado sete dias depois, caso as pedras não fossem eliminadas naturalmente. Passado o prazo, ela continua sofrendo com fortes dores e sem previsão de atendimento definitivo.
Desesperada com a demora e a falta de assistência efetiva, a paciente buscou apoio na Ouvidoria e no Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) da operadora, mas não obteve retorno satisfatório. Além disso, toda vez que retorna ao pronto-socorro, é submetida a novos exames, gerando cobranças de coparticipação, sem que o problema seja resolvido.
"Querem me matar de tanto tomar remédio", desabafa a paciente, que pede urgência na realização da cirurgia e questiona a qualidade do serviço prestado pelo convênio.
A situação levanta um alerta sobre a recorrente insatisfação de beneficiários da NotreDame Intermédica/Hapvida, que frequentemente denunciam falhas no atendimento, demora para realização de procedimentos e dificuldades no contato com os canais de suporte da operadora.
Até o momento, a NotreDame Intermédica/Hapvida não se pronunciou sobre o caso. A paciente segue buscando alternativas para garantir o tratamento adequado e a solução de seu problema de saúde.
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