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Até o último domingo, 5 de maio de 2024, o estado de São Paulo contabilizou 587 mortes confirmadas por dengue, de acordo com o painel de monitoramento da doença da Secretaria Estadual da Saúde (SES). Além disso, outras 719 mortes estão sob investigação para determinar sua relação com a dengue.
Em relação aos casos da doença, o estado registrou um total de 922.139 casos confirmados. Dentre esses casos, 910.579 são considerados leves, 10.468 apresentam sinais de alarme e 1.092 são classificados como casos graves.
A cidade de São Paulo, por sua vez, ultrapassou a marca de 270 mil casos de dengue em 2024, atingindo um total de 286.694 casos confirmados, conforme a última atualização do painel de monitoramento da doença da Secretaria Estadual da Saúde (SES) até o domingo (5). O número de óbitos confirmados na cidade é de 104.
De acordo com o mais recente boletim de arboviroses divulgado pela prefeitura na segunda-feira anterior (29), todos os 96 bairros da cidade estão em situação de epidemia de dengue.
No entanto, não são apenas os números que preocupam. Na última sexta-feira (3), um triste acontecimento chamou a atenção: um menino autista de 4 anos, com sintomas de dengue, veio a óbito após receber um antibiótico para tratar uma dor de garganta na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Ermelino Matarazzo.
Enquanto isso, a aplicação da vacina continua ocorrendo exclusivamente em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme definido pelo Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde. Para receber a vacina, é necessário que a criança esteja acompanhada por um responsável, apresentando documento de identidade, cartão de vacinação e comprovante escolar ou de residência. Além disso, a criança não pode ter sido diagnosticada com dengue nos últimos seis meses.
Para combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, é essencial eliminar qualquer reservatório de água parada sem proteção em casa. Isso inclui desde grandes recipientes, como caixas d'água e piscinas abertas, até pequenos objetos como tampas de garrafa e vasos de plantas. Medidas como colocar areia nos pratos das plantas, trocar a água regularmente e esfregar os recipientes para eliminar possíveis ovos do mosquito são essenciais. Pneus velhos devem ser furados e guardados com cobertura ou recolhidos pela limpeza pública, enquanto garrafas pet e outros recipientes vazios devem ser entregues à limpeza pública. Vasos e baldes vazios devem ser colocados de boca para baixo, e áreas que acumulem águas de chuva devem ser mantidas secas. Além disso, é importante tamponar as caixas d’água para evitar a proliferação do mosquito.
Essas medidas, somadas à vacinação e à conscientização da população, são fundamentais para combater a dengue e proteger a saúde de todos.
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