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Familiares e amigos da gerente contábil Diely da Silva Maia, de 34 anos, estão profundamente abalados com sua morte trágica. Natural da Bahia e moradora de Jundiaí, no interior de São Paulo, há oito anos, Diely perdeu a vida após entrar por engano na Comunidade do Fontela, no Rio de Janeiro, durante uma corrida de aplicativo. O GPS acabou conduzindo o carro para o interior da área, conhecida por sua vulnerabilidade e ocupações irregulares.
Diely foi baleada no local e não resistiu aos ferimentos, deixando uma família marcada pelo luto. Tamires Pontes Coletti, prima da vítima, expressou a dor coletiva em suas redes sociais: “Mais uma família (foi) devastada pela criminalidade do Rio de Janeiro. Agora, essa família é a nossa.”
Na última publicação de Diely no Instagram, ela aparece em uma praia carioca e faz uma breve saudação ao estado: “Oi RIO”. A postagem já conta com mais de 500 comentários, entre mensagens de despedida e protestos contra a violência que vitimou a jovem.
A tragédia também gerou comoção entre os moradores da cidade, que, além de lamentar o ocorrido, levantaram críticas à segurança pública da região. Muitos também alertaram para os riscos enfrentados por turistas no Rio de Janeiro. “Quantos mais vão precisar morrer para que algo seja feito?”, questionou um dos comentários mais curtidos na postagem.
Familiares e amigos também cobram providências imediatas das autoridades. “Isso é mais do que um caso isolado. A cidade precisa de soluções reais para que tragédias como essa não voltem a acontecer,” disse um parente em entrevista. O governador Cláudio Castro (PL) e o prefeito Eduardo Paes (PSD) foram alvos de cobranças diretas pela população, que pede por uma resposta contundente.
O caso de Diely da Silva Maia é mais um retrato da insegurança que afeta a capital fluminense, destacando o impacto humano e social da violência urbana no Brasil. A família e os amigos agora buscam conforto em meio à dor, enquanto o país acompanha mais um triste episódio de perda e desamparo.
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